Isidoro e os barcos

Num mundo cada vez mais raso e transbordado de ruídos, Isidoro e os barcos, de Lorena Richter, é um livro para quem precisa escutar a própria voz na popa de silêncio fundo, reparar vista nova em paisagem antiga, atracar na poesia do dia a dia. “Não é o leitor que descobre o poeta. É o poeta que descobre o leitor e o revela a si mesmo”, escreveu uma vez Mario Quintana. É isso o que faz a Lorena, nessa sua prosa tão poética. Com desejo de descobrir leitores e reve- lar a eles o que atravessa o coração de um velho fazedor de barcos, a escritora zarpa pelos sentimentos mais legítimos, genuínos e originais desse homem que tem queda por par- tidas, velas içadas, cais deixados para trás.

Estreante na literatura, e veterana em travessia de gente por dentro, Lorena Richter convida o leitor para embarcar em bordados de risos, luas rabiscadas, sonhos dormidos na gaveta. Nos passos do velho criador de barcos, paramos para vê-lo construir belezas flutuantes, com sobras de con- chas, tampas de garrafas, solas de sapato, latas perfumosas, linhas de amarrar devaneio, pedaços de esquecimentos.

Com um menino quase sempre um passo à sua frente e o bolso cheio de vistas guardadas, Isidoro encontra pesso- as afogadas em xícaras de café e montanhas de papel. Elas não têm tempo para ver os barcos do velho. Ou será que não conseguem ver os barcos do Isidoro por terem os olhos ancorados em amontoados de urgências sem importância? Que inutilidades do mundo mais importam ao Isidoro? Quais são aquelas que ele mais precisa abandonar? Para que geografias esse belo texto da Lorena é mais capaz de te levar?

Não tente achar respostas. Deixe essas e outras perguntas te abordarem. E boa viagem, sem mapas. Ler a Lorena Richter é um passaporte, com visto definitivo, para pegarmos rumo ao que a literatura tem de mais apaixonante e flanarmos por lugares desconhecidos dentro de nós mesmos.

MÁRCIO VASSALLO

Instituto Desiderata

O Instituto Desiderata trabalha há mais de 15 anos para mudar a realidade de muitos pequenos que estão encarando de frente o câncer no Rio de Janeiro. A partir deste ano, estamos juntos também pela prevenção da obesidade infantojuvenil. Este livro ajuda a que todas as nossas ações continuem a fortalecer a saúde pública e a trazer mais e mais atenção, carinho e humanização para aqueles que precisam. É através de ações de mobilização, capacitação de profissionais de saúde, humanização do tratamento e produção e disseminação de conhecimento que vamos mudando essa realidade. Um trabalho de formiguinhas que juntas construíram uma rede de pessoas voltadas para colocar a saúde de crianças e adolescentes em primeiro lugar!

Os direitos autorais sobre as vendas dos livros Maricota Pipoca e Os amigos da Floresta serão revertidos para a instituição.

 

 

A Aventura de Maria Clara

 

   A vida às vezes é um corre-corre e parece que ninguém presta atenção na gente. Nem mesmo dentro de casa. Só mesmo o olhar aventureiro da criança e do artista pode nos resgatar. O livro A aventura de Maria Clara trata, sobretudo, de transformações. O dia a dia sempre pode se tornar uma grande viagem, basta colocar cores diferentes. Muitas vezes coisas que estão perto de nós podem também ser reinventadas, como a pasta de couro do pai que vira um baú para guardar os tesouros que Maria Clara encontra nas suas pinturas. E assim, a menina acaba religando também sua família. A aventura imaginária torna todos mais presentes, juntos não por uma atividade passiva como a tv ou o computador, mas pelo imaginário e seu poder de recriação.

     Desde o início Maria Clara resgata aventureiros para dentro do seu barco. E não importa o tamanho: grandes ou pequenos, os leitores vão gostar de viajar numa história colorida com o olhar poético da autora Patrícia Capella e os crayons mágicos da ilustradora Cecília Murgel. Para embarcar, basta seguir a bússola que toda criança guarda no coração.

                                                                    Marcia Cristina Silva

Quantas fábulas cabem numa roupa de criança? 

 

Certa vez, em uma livraria de shopping, uma mãe pegou um livro da Q8 que estava exposto na minha frente. Ela estava acompanhada de uma menina usando um vestido da nova coleção de uma das lojas mais bacanas de lá. Ela olhou o livro e deu pra menina que sorriu. Eu olhei as casinhas no vestido da menina e sorri também. Depois de elogiar as ilustrações, a capa, mostrar uma página ou outra, ela me confundiu com uma vendedora e perguntou: dessa estante sabe qual é o mais baratinho?

Eu não aguentei, ri olhando pra menina ali já distraída com qualquer coisa menos o livro e respondi: baratinho é o marido da dona baratinha. E a moça que, felizmente, tinha senso de humor ou alguma lembrança da infância, riu e perguntou quanto custava aquele que estava na mão da filha. Disse o preço e ela pegou o livro de volta e  devolveu-o para a estante: Muito caro.

Então, meio sem pensar – não dou pra essa arte de ser vendedora! – falei: Imagina, deve ser o preço de uma casinha do vestido dela. Não preciso dizer que a moça deu a mão a menina e foi embora sem comprar nada. Ainda bem que nenhum vendedor da loja viu isso, pensei.

É verdade que cada um tem as suas prioridades, paixões, manias e vontades e é, digamos, democrático e necessário aceitar isso. Mas o que ninguém vê é que por trás de cada produto numa vitrine, e principalmente, numa loja com roupas infantis existe uma criação, uma narrativa, e os custos disso, claro, vão embutidos no preço.

Mas a maioria das pessoas tende a reclamar do preço do livro e não de uma roupa que desejam. Isso acontece porque o objeto roupa te faz imediatamente se sentir mais bonito, mais na moda, e é assim que o consumidor quer ser visto.

Já o livro, cujo custo varia até em função do dólar é um objeto que não se esgota no momento da aquisição. Tem que ler! E ler uma vez também não esgota o livro, isso porque cada leitura pode ser uma nova forma de usar. E embora você mal perceba, depois de vestir o livro ele também te faz melhor, mais experiente, mais sensível, mais questionador. Sem falar que carregar o livro no braço desperta curiosos, te deixa mais charmoso, te faz ser olhado, e se sentir mais bonito, na moda, como numa roupa nova.

Confesso que, depois que aquele vestido de casinhas da menina entrou em promoção eu fui lá na loja e comprei um pra Maria Clara! Aí a gente brinca de inventar as fábulas dos moradores da Vila Vestido e tenta adivinhar que histórias passavam pela cabeça do criador daquelas ilustrações.

Patricia Capella

Chris Ritchie quer reduzir o tempo online das crianças. Autora santista está prestes a lançar seu livro infantojuvenil ‘Ainda não, ainda nunca’

Saiu em A tribuna, em 21.03.2019:

“A escritora santista Chris Ritchie lançará o livro infantojuvenil ‘Ainda não, ainda nunca’ neste sábado (23). O evento será na livraria Patuscada (Rua Luís Murat, 40, Pinheiros, em São Paulo) e tem início às 14h.

A obra conta a história de Marina, de 6 anos, que mora em um apartamento de frente à uma praça com lago e chafariz (uma representação da Fonte do Sapo, em Santos). Em um dia chuvoso, a garotinha desenha a praça debaixo d’água.

Este desenho acaba levando o leitor na interpretação que Marina tem da vizinhança, assim como nos pensamentos sobre a chuva, que não para. Com a ajuda de sua amiga Suk Lim, a menina embarca em uma expedição para descobrir qual é o motivo da vitória-régia não molhar e nem afundar.

Nesta obra, a ideia da autora foi destacar a imaginação e a criatividade das crianças, que muitas vezes não é percebida pelos mais velhos como um artifício para a interação. “Com este livro, espero chegar a muitas sessões de desenho e conversas com crianças, especialmente em dias de chuva, quando não tem nada para fazer”.

A relação de Chris com o mundo artístico começou cedo. Além de ter crescido em uma casa cheia de livros, a autora é a quarta pessoa de sua família a se envolver com a literatura. Da mesma forma que carrega um amor pela literatura, a santista tem um imenso carinho pela música. “Meu pai, escocês, adorava ouvir compilações de Bach ou Mozart aos finais de semana. Minha mãe era mais ligada à MPB. Acho importante frisar o papel da música na formação de um ouvido sensível ao som e ao sentido. Nada disso me escapou, assim como não escapavam as palavras em variadas entonações – as palavras me intrigavam mesmo antes de aprender a ler e escrever”.

Para os próximos meses, a santista pretende ler, escrever e publicar mais. “Espero lançar meu romance ‘Sob os escombros’ ainda este ano. Gostaria, também, de mudar a forma de realizar negócio no mercado editorial”, adianta a autora. ”

 

 

A menina e a sapatilha e O menino e a chuteira

Olha aqui o processo de ilustração de mais este título incrível da Quase Oito!

Por  Cristina Villaça

A menina e a sapatilha
Quem disse que futebol não é coisa de menina?
Esta aqui é vidrada em futebol.
Torce, vibra, grita, chuta bolas imaginárias.
Mas, quando seus pais não aceitam sua vontade de se tornar jogadora, ela fica quase invisível, em seu cantinho. Até que um encontro faz com que nunca esqueça sua verdadeira vocação.
Outro encontro acontece neste livro: texto e ilustrações se encaixam e se complementam a partir de um projeto gráfico que torna este livro ainda mais envolvente.
De frente pra trás, de trás pra frente.
O menino e a chuteira
De trás pra frente, de frente pra trás.
Palavras e imagens se encontram neste livro.
Só mesmo um encontro feliz pode realizar desejos.
Às vezes, os adultos não entendem os quereres das crianças.
É preciso deduzir que, às vezes, seus desejos podem revelar verdadeiros talentos.
Esta é a história de um menino que dança, rodopia e quase flutua quando ouve música.
Ele gosta de todas as coisas que os meninos gostam, videogame e praia.
Mas o que ele quer mesmo é se tornar um bailarino.
Quem disse que balé não é coisa de menino?
Sobre o livro: Texto de Alex de Andrade
Ilustrações: Fabio Maciel – https://www.fmaciel.com/
Projeto Gráfico: Patrícia Melo – Varal Editorial – https://www.facebook.com/varaleditori…
Editora Quase Oito – http://quaseoito.com.br/ Loja Quase Oito – http://quaseoito.com.br/loja/

É de menina? OU É de menino?

O brincar, aos olhos de muitos adultos, corresponde simplesmente
ao passatempo das crianças e momentos de ócio. Entretanto,
para as crianças, a brincadeira vai muito além de uma distração.
É no brincar que elas ressignificam, representam e simbolizam,
fazendo com que o ato da brincadeira seja mediador da sua
relação com as outras crianças e com o mundo a sua volta,
fazendo que se sintam participantes ativos na sociedade.
Fernanda Turino, em É de menina, é de menino, traz esse
olhar, fazendo-nos refletir, principalmente, quando a brincadeira
é dividida no binarismo meninas e meninos. Quem nunca ouviu
as frases “Só meninos brincam de carrinho” e “Isso é brincadeira
de menina”?
Quantas vezes já nos perguntamos, quando criança, “Por
que os meninos não podem brincar de bonecas?” e “Por que
as meninas não podem brincar de carrinho ou soltar pipa?”.
No momento em que as crianças estão inseridas no ato da
brincadeira, é uma forma de manifestarem suas vivências ou
sentirem-se próximas à família, quando estes estão longe. Estes
momentos são de grande desenvolvimento cognitivo, emotivo
e social para as crianças.

Aqui em É de menina, é de menino, os caminhos de meninas
e meninos se cruzam, brincando de diferentes maneiras. Lendo
este livro, satisfazemos as curiosidades das crianças e geramos
outras, aprendemos e ensinamos, e permitimos às crianças
leitoras assimilar e expressar seus desejos e anseios.
Autora e ilustrador nos apresentam, de maneira simples e
agradável, a alegria e a importância das crianças vivenciarem
e experimentarem as diversas formas de brincar, expondo suas
experiências, nas quais sua visão de mundo possa ser construída
a partir do respeito às diferenças… brincando.

Luis Carlos Cunha, professor formado em
Pedagogia pela Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ). Atua em pesquisa e no
magistério há dez anos, sendo quatro na
Educação Infantil da rede privada.

Cochi corre perigo?, uma fábula de amor sobre alergia a leite

Popup_Cochi_FINAL – Clique e Imprima seu pop up do Cochi.

Saiba mais sobre o Cochi:

Francisco tinha 5 anos (ele hoje tem 10) quando foi convidado para ir – sem os pais – à festa de aniversário da amiga Sofia, em um ateliê culinário. Estaria tudo certo se ele não tivesse alergia à proteína do leite. Patricia Capella, sua mãe, achou melhor não deixar o filho ir, pelo risco de ele ter alguma reação mais grave, como tosse, urticária e edema de glote. Valéria, mãe de Sofia, soube da preocupação de Patricia e a procurou para propor soluções e adaptações de cardápios para que Francisco pudesse ser incluído na comemoração da amiga de berçário: era inadmissível que Chicão ficasse de fora. O cardápio da festa foi alterado, cuidados necessários com limpeza e uso de materiais foram tomados.E, então, a festa aconteceu com a presença de todos os amigos de infância. Deu certo: pela primeira vez em cinco anos de vida, Francisco participou de uma festa inteirinha sem leite. Ele fez todas as comidas, salgados e doces ao lado dos amigos e das amigas. E foi assim que com essa festa inclusiva e cheia de carinho, que nasceu a ideia de “Cochi corre perigo?”, escrito por Patricia – e que será lançado no próximo dia 9, às 15h, no Espaço Kids do Shopping Casa & Gourmet (Rua General Severiano, 97, Botafogo), com uma oficina culinária.

O prefácio de “Cochi corre perigo?” foi escrito pela médica alergista Ekaterini Goudouris, professora do Departamento de Pediatria da UFRJ e especialista em alergia e imunologia pela ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia). O livro tem uma característica peculiar:  a  narradora da história é a… Alergia! Na história, a alergia gosta tanto do leãozinho Cochi (que significa Chico ao contrário, uma homenagem de Patricia a Francisco) que não quer sair de perto dele. Por isso, vai ficando. Assim, o próprio Cochi e os leitores percebem que há coisas mais perigosas do que ela.

– Nesta época, estava fazendo uma oficina de literatura infanto-juvenil e percebi que não queria mais ser advogada, nem trabalhar com direito e sim com literatura. Depois da ótima experiência da festa da Sofia, eu não queria colocar a alergia nesse lugar de monstro, de uma coisa ruim, já que provavelmente vamos conviver com ela por muitos anos. E quis dar para o Francisco um olhar mais sensível e mais afetivo sobre essa questão. A alergia queria estar perto por ter sentimento e gostar do Cochi – lembra a ex-advogada e hoje editora de livros, que criou a Quase Oito Editora há um ano.

 

Como é uma fábula, o livro embarca na fantasia: por ser um animal e mamar no peito de sua mãe, que produzia leite animal, não poderia ser alimentado por ela. Mas, para não deixar dúvidas para as mães de alérgicos que amamentam, o Dr. Hipo, um médico hipopótamo meio desengonçado explica o que ela precisa retirar da dieta para voltar a amamentar, mas não vamos contar para não dar spoiler.

– “Na história do livro eu me permiti trabalhar com estes conceitos de leite animal. De um lado a parte literária e todos os meus estudos de escritora, que o que está na ficção não precisa ser real. De outro, as mães que tiveram dificuldade em amamentar. Consegui encontrar um equilíbrio entre essas duas características. O leite humano não causa reação e é claro que o aleitamento materno deve ser sempre estimulado na vida do bebê” – defende a autora.

O projeto gráfico de “Cochi corre perigo?” foi concebido por Julie Pires e o livro foi ilustrado por Marcelo Ribeiro que são pais de outro Francisco, que também tem alergia alimentar a corantes.

– “Os dois foram fundamentais. Deram cor e vida ao Cochi e ao livro.  Sem eles não estaríamos levando essa história a tantas crianças e gerando todo esse movimento de afeto. Cada detalhe, das placas “de alergia” nos números das páginas a um pop-up interativo, para ser construído pela criança, que aproximam o leitor da história do Cochi e gera empatia com a questão da alergia” – lembra Patricia.

Amor, empatia e amizade Para a autora, o livro gera sentimentos no leitor sobre amor e empatia e fala de inclusão, confiança e amizade. Afinal, a Sofia, amiga dos Franciscos, também virou personagem: a Sophie, amiga do Cochi, foi inspirada nela:

– “Quis trazer leveza a esse tema com o livro. E com amigos por perto, como a Sophie perto do Cochi, melhor ainda! Se a literatura servir para gerar empatia a quem não tem o problema mencionado, como a alergia, e a identificação com quem tem, eu já sinto que ele cumpriu seu papel.”

E então: vamos ver se Cochi corre mesmo perigo?

Por Mariana Claudino, jornalista, nutricionista, mãe do Mateus com 9 anos de alergia a leite animal.

 “A menina e a árvore” – resenha de Ju Borel

Valor da amizade é resgatado em livro de Letícia Sardenberg

Poético e sensível, A menina e a árvore, de Letícia Sardenberg, é uma leitura que nos deixa com gosto de quero mais, além de uma doce sensação de esperança. Esta é a quinta obra publicada pela autora, que chega, pela primeira vez, à editora Quase Oito. Nela, a afeição de uma menina por uma árvore envolve o leitor com delicadeza, fazendo-o resgatar os sentimentos mais puros da infância.

 

Como regar uma amizade? Como plantar-se dentro de alguém? É possível confidenciar-se com uma amiga que, aparentemente, não responde aos seus anseios? Em seu livro,Letícia faz brotar uma nova forma de enxergar a construção de vínculos, sem excluir as despedidas, a dor da separação e da saudade.  E, claro, o espaço que a perda cria para a germinação de um novo amor.

 

Embora A menina e a árvoreesteja todo em prosa, a cada página temos a impressão de lermos pequenos poemas, uma das características mais marcantes na escrita de Letícia. Ao acompanharmos a história, vamos nos tornando íntimos da menina e da relação que ela constrói com a árvore que, em seu silêncio repleto de música, vai ficando raiz no coração da pequena.

 

Com belas e coloridas ilustrações de Luciana Peralva, o livro de Letícia não pode faltar na estante de adultos e crianças que prezam e resgatam o valor da amizade em suas vidas.

 

A menina e a árvore foi lançado pela Quase Oito na Festa Literária Internacional de Paraty, em julho deste ano, e terá novo lançamento no dia 25 de agosto, na Biblioteca Popular Machado de Assis, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.

 

Sobre a autora:

 

Letícia Sardenberg é natural do Rio de Janeiro. Formada em Direito, estreou na Literatura em 2011 com o livro Minissaia, batom & futebol (Zit Editora). Em 2013, publicou Eu, meu cachorro e meus pais separados (Zir Editora), que vendeu mais de 100 mil exemplares em programas do governo. Em 2016, foi a vez de Lágrimas agrestes (Amazon) e, em 2017, seu terceiro livro publicado,Coração de inverno, coração de verão (Zit Editora), foi premiado pela Cátedra UNESCO com o selo Seleção Cátedra 10, como um dos melhores livros publicados naquele ano.

 

Sobre a editora Quase Oito:

A Quase Oito é uma editora independente que nasceu a fim de viabilizar a realização de projetos de Literatura Ilustrada para todas as idades e tem orgulho de trabalhar em parceria com outras empresas, editoras e selos.

Serviço:

 

Lançamento: A menina e a árvore

Data: 25 de agosto.

Local: Biblioteca Machado de Assis – Rua Farani, 53 – Botafogo.

Horário: de13h30 as 16h.

 

Informações:


A menina e a árvore(Editora Quase Oito – 2018)
Autora: Letícia  Sardenberg

Ilustrações:Luciana Peralva

Páginas:28

Valor:R$35 aprox. A editora oferecerá desconto a alunos da rede de ensino público como forma de incentivo a leitura.


Editora Quase Oito: www.quaseoito.com.br
Facebook: /quaseoito | Instagram: @quase_oito