Chris Ritchie quer reduzir o tempo online das crianças. Autora santista está prestes a lançar seu livro infantojuvenil ‘Ainda não, ainda nunca’

Saiu em A tribuna, em 21.03.2019:

“A escritora santista Chris Ritchie lançará o livro infantojuvenil ‘Ainda não, ainda nunca’ neste sábado (23). O evento será na livraria Patuscada (Rua Luís Murat, 40, Pinheiros, em São Paulo) e tem início às 14h.

A obra conta a história de Marina, de 6 anos, que mora em um apartamento de frente à uma praça com lago e chafariz (uma representação da Fonte do Sapo, em Santos). Em um dia chuvoso, a garotinha desenha a praça debaixo d’água.

Este desenho acaba levando o leitor na interpretação que Marina tem da vizinhança, assim como nos pensamentos sobre a chuva, que não para. Com a ajuda de sua amiga Suk Lim, a menina embarca em uma expedição para descobrir qual é o motivo da vitória-régia não molhar e nem afundar.

Nesta obra, a ideia da autora foi destacar a imaginação e a criatividade das crianças, que muitas vezes não é percebida pelos mais velhos como um artifício para a interação. “Com este livro, espero chegar a muitas sessões de desenho e conversas com crianças, especialmente em dias de chuva, quando não tem nada para fazer”.

A relação de Chris com o mundo artístico começou cedo. Além de ter crescido em uma casa cheia de livros, a autora é a quarta pessoa de sua família a se envolver com a literatura. Da mesma forma que carrega um amor pela literatura, a santista tem um imenso carinho pela música. “Meu pai, escocês, adorava ouvir compilações de Bach ou Mozart aos finais de semana. Minha mãe era mais ligada à MPB. Acho importante frisar o papel da música na formação de um ouvido sensível ao som e ao sentido. Nada disso me escapou, assim como não escapavam as palavras em variadas entonações – as palavras me intrigavam mesmo antes de aprender a ler e escrever”.

Para os próximos meses, a santista pretende ler, escrever e publicar mais. “Espero lançar meu romance ‘Sob os escombros’ ainda este ano. Gostaria, também, de mudar a forma de realizar negócio no mercado editorial”, adianta a autora. ”

 

 

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